Viver a vida com alegria!
" O pesado fardo do homem branco "
Não renunciarás à tua liberdade de expressão e de opinião

quinta-feira, abril 26, 2018

Descriminação !

Não me parece que seja unanime a ideia de que haverá apenas uma raça. Apontam-se sempre várias e destas a supremacia cabe à raça branca.

 Relacionados com esta teoria vários preconceitos surgiram baseados no racismo, desde logo a escravatura e o "apartheid". A eugenia, praticada pelos nazis, é uma deriva.

Os cientistas, porém, escalpelizando as células sanguíneas e focando-se nas mitocôndrias, concluem pela existência de uma só e única raça humana, nascida em África e em evolução desde há milénios.
A segregação racial, na África do Sul, era praticada pela minoria branca! De acordo com as teorias segregacionistas era inútil ensinar negros, já que eles não passariam de carregadores de água  e cortadores de lenha. Os mineiros negros das suas minas de ouro ou de diamantes ganhavam 15 vezes menos que os brancos.









Há apenas uma raça humana e a mãe de cerca de 7.000.000.000 nasceu em África.

segunda-feira, abril 23, 2018

O interesse público

Esta vida está uma "trumpalhada".









 
Sinto-me envergonhado com a exibição da telenovela "opreação Marquês" da Sic.
É um nojo. É esse o "interesse público" ? Gradessissimos filhos da pauta !

sábado, abril 14, 2018

Preguiça

Sou muito preguiçoso ! Por isso, nem sempre tenho vontade de escrever post's. Estou ansioso pelo derby de Domingo. Muito nervoso também. Escreverei após o resukltado.

quinta-feira, março 01, 2018

Tio "jacaré", uheia!










Chegou o tio jacaré.
Lembro-me do tio jacaré. Era cozinheiro. Não sei de quem. Aparecia pelo carnaval. Mascarado como um "chingange", montado numa espécie de cavalo, corria a Vila acompanhado da miudagem e dançava em frente de cada estabelecimento comercial, esperando a retribuição do comerciante. A miudagem tremia de medo do mascardo, masa arriscava tudo para o ver de perto. Um gozo ... !

quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Rito de passagem !


Era um ritual secreto. Mas fui convidado a assistir. Levei a máquina fotográfica e a 8 milímetros para me documentar.
A cerimónia começou de manhã cedo. Todos os miúdos (eram uma dezena), entre os 10 e 15 anos estavam sentados no chão e à frente de cada um estava o respectivo "padrinho". Fiquei a saber que adquiririam um novo nome, o que lhes dava vantagens futuras perante as autoridades: umas vezes era João, outras, Canivete,  confundindo-as !
Bem ! Os "padrinhos" com uma lamina de barbear ou um pequeno canivete bem afiado, puxavam a pele que cobre o prepucio e ... zás! cortavam-na num só golpe, a sangue frio. Ouvia-se um grito lancinante, seguido do choro clamoroso dos miúdos quando viram o sangue a jorrar do pénis. Depois, davam-lhes dois paus que engendravam numa pinça e que os circuncidados seguravam para apertar o órgão até estancar o sangramento. O ritual continuava durante mais duas semanas e quando estavam cicatrizados eram apresentados à sociedade como se já fossem capazes de relações sexuais. Seguia-se um batuque onde as danças faziam o culto fálico. Bem ! Deixemos o culto.

Vi mais tarde o Canivete. Era um rapaz de 18 anos. Mas estava muito triste.  Perguntei-lhe pela razão de tamanha tristeza. E fiquei fulminado, aturdido, quando, baixando as calças, me mostrou o resultado final da circuncisão: no lugar do pénis estava lá apenas um furinho, rente ao púbis,  por onde urinava.
O Canivete nunca chegou a ser um  homem inteiro!

segunda-feira, janeiro 29, 2018

Maravilha !

Antigamente !
Bem ! Antigamente, para além das análises ao sanguee às urinas, também se faziam às feses, nomeadamente das crianças e isso para se saber se eram portadoras de oxiuros.
Muito me ri, há dias, quando a minha filha, adulta e mãe de família, me revelou que, uma vez, ainda miúda, a mãe lhe pediu que fizesse "cocó" para levar uma porção ao laboratório de análise clínicas.Mas ela, como não tinha vontade, nem disposição, pediu ao irmão mais novo para ser ele a produzir a matéria prima. E assim foi: a minha mulher, durante várias vezez, durante anos, foi enganada pelos miúdos na troca de feses.  Maravilha

quinta-feira, janeiro 18, 2018

Cultivar na naca












Lutar pela sobrevivência era o pão nosso de cada dia !

Matrindindes !


















Coitados! Passaram um mau bocado quando  era miúdo. Além de os pôr a puxar caixas de fósforos, arrancava-lhes as patas. Este insecto é um símbolo da minha infância.